Soluções para o Ressonar

Os portugueses dormem pouco e mal. A maioria anda longe das sete a nove horas diárias de sono. Esta é a má notícia, agora vamos ás boas, que são:

As boas notícias é que cada vez vão surgindo mais soluções para o ressonar e para a monotorização do nosso sono.

1 – A Nokia já tem o Nokia Sleep. Lançado em 2018 esta almofada monitoriza o nosso sono e como está ligada à internet e ao nosso telemóvel consegue dar uma pontuação de 0 a 100 sobre como dormimos. Sendo por exemplo 95 um excelente sono e 20 ou 30 sinal de que algo vai mal.

2 – A NASA deu também recentemente uma notícia/dica (imagine-se a NASA!!!) que é:
Colocar uma planta de abacaxi no quarto. Os cientistas dizem que as plantas de abacaxi produzem mais oxigénio e por isso melhoram a qualidade do ar que se respira enquanto se dorme. Como o ar fica mais puro, a probabilidade de se ressonar é muito menor.

3 – Um cirurgião inglês, não satisfeito com os métodos tradicionais para deixar de ressonar, propõe o seguinte exercício:

Comece com a boca o mais aberta possível e com a língua o mais para fora que conseguir. Nesta posição, movimente a língua para cima e para baixo e para os lados. Em seguida, depois de duas séries destes movimentos, cante uma canção (o autor sugere o hino nacional britânico…) no tom mais grave que conseguir, durante, pelo menos, dois minutos. E pronto já está.

E porquê este exercício?

Porque para ele a causa do ressonar está abaixo do palato mole (na parte de trás da língua). O treino está a mostrar-se revolucionário pois treina a língua e a garganta e tonifica as estruturas do pescoço que dão origem aos problemas de respiração. O treino deve ser de 5 minutos e com ele consegue-se trabalha-se realmente individualmente cada zona específica da boca e do pescoço: língua, palato mole e garganta inferior.

O que é a Bitcoin – Explicado de forma simples

A bitcoin é a mais famosa criptomoeda digital. Existem centenas delas mas ultimamente tem-se falado muito na valorização da bitcoin.

No fundo o que é? É a moeda da internet. Nas moedas reais temos carteiras reais.

E é por aqui que começa a bitcoin. Temos também que ter a nossa carteira virtual, que é uma aplicação que tiramos da internet e com ela fazemos pagamentos ou recebimentos.

Pode fazer uma certa confusão e parecer que não é útil mas pense bem:

Hoje em dia o dinheiro quase não nos passa pela mão. O ordenado ou pensão recebe-se diretamente pois encontra-se domiciliado, os pagamento fazem-se por multibanco etc. São tudo dígitos e nós nem vemos o dinheiro.

Ora então, porque não haveria de haver uma moeda só para a internet? Cá está ela , a bitcoin.

O nome vem de bit que é a mais pequena unidade de informação e coin de moeda em inglês.

Existem formas de ganhar bitcoins e pelo que li, será possível ganhar dinheiro com elas, seja investindo, pois estão a valorizar muito, seja “minerando” um termo usado para se ganhar esta moeda.

Durante 2018 é normal que muito se vá falar sobre esta moeda pois o mundo continua a evoluir a velocidades galopantes. Em alguns sítios “reais” já é possível pagar com bitcoins mas ainda são poucos.

É também possível transformar as bitcoins em Euros, dinheiro real.

Está é tudo numa fase ainda muito “verde” e é necessária cautela com este tipo de tecnologia, seja no investimento, seja nas transações online pois tal como numa transferência bancária, o dinheiro nunca mais volta à origem depois de efectuada.

O que é uma pessoa Andrógena

Uma pessoa andrógena é aquela que não é nem masculina nem feminina, ou que apresenta as duas características no mesmo ser.

A respetiva orientação sexual é diversa, podendo ser homo ou hétero.

A pessoa sente-se masculina e também feminina tanto física como psicologicamente.

Para sobressaírem com esta dualidade, os homens andrógenos frequentemente utilizam adereços femininos e as mulheres andrógenas utilizam “coisas” masculinas.

No campo da psicologia a pessoa apresenta-se como mentalmente híbrida o que se reflete no comportamento.

O já falecido David Bowie  apresentava algo como isso na década de 70.

Um ser do sexo masculino que utilizava visuais extravagantes nas suas apresentações.

Um conceito que parece muito do Século 21 mas o curioso é que já na mitologia grega Platão escreve em “O Banquete” sobre uma figura mítica proto-humana.